Gestão 4.0: o que todo gestor precisa saber!

Fonte: E-Commerce News - Por Denis Gonçalves
 

Em meio a uma transformação digital, as empresas estão alterando seu jeito de administrar os negócios, a fim de que consigam dar conta da mudança de comportamento do mercado e do consumidor final. Essa nova gestão é chamada, hoje em dia, de Gestão 4.0 e nada mais é do que uma administração que permite que as organizações interajam e trabalhem de acordo com as expectativas dos clientes, de modo a satisfazer suas necessidades, através de uma boa experiência de compra.

O conceito de Gestão 4.0 foi inspirado na Quarta Revolução Industrial, a qual é marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Por ter surgido devido à Indústria 4.0, é necessário, para fazer uso desse tipo de gestão e andar lado a lado com as exigências competitivas do mercado, que os gestores sigam três premissas básicas: automatização do produto, integração de todos os setores do negócio e virtualização dos processos.

Devo Cursar Administração ou Economia?

Outro post (26/03/2019) de Stephen Kanitz que faço questão de compartilhar:

 

De tempos em tempos alguém me faz essa pergunta, como se ambos esses cursos ensinassem mais ou menos a mesma coisa.

São ciências diametralmente opostas, e quem faz a pergunta obviamente nada pesquisou.

Há várias formas de responder a esta pergunta, relevância, praticidade, muita teoria, inutilidade da microeconomia, mas vou responder pela diferença do método de ensino.

Administração, pelo menos os cursos legítimos e não esses caça-níqueis que criamos no Brasil, é ensinado exclusivamente pelo método de estudo de caso.

Em Harvard tive 1.200 casos de problemas reais que ocorreram no passado em todo tipo de empresas, e tínhamos que, em 24 horas, achar uma solução.

Os casos explicavam mais ou menos a situação vigente, mas boa parte da informação eram números, tabelas, estatísticas, pesquisas e relatórios, como na vida real.

O impacto da Inteligência Artificial no atendimento a clientes

Fonte: E-Commerce News Por: Thiago Christof

Até 2020, a Inteligência Artificial será usada em grande escala pelas empresas que desejam otimizar o atendimento ao cliente. A afirmação, feita em pesquisa pela consultoria Gartner, é uma realidade no mercado nacional, e muitas organizações já estão se adequando à nova realidade da automação crescente do customer service.

A otimização não acontece sem um ótimo motivo: a explosão do uso de aplicativos de mensageria. Os usuários, que estão acostumados a serem respondidos com agilidade via aplicativos simples e intuitivos, passaram a desejar ter contato com empresas com a mesma agilidade que trocam mensagens com seus amigos. Isso levou a Twilio Inc. a publicar uma constatação impressionante: 9 em cada 10 pessoas já preferem entrar em contato com as marcas através de mensageria. Quando o assunto é agilidade, o consumidor espera cada vez mais que o atendimento aconteça de forma imediata, sem filas, e nessas condições brilha a Inteligência Artificial (IA), capaz de realizar milhares de atendimentos simultâneos.

O Fim da Teoria de Michael Jensen II

Uma crítica a teoria da agência (Agency Theory) feita por Stephen Kanitz que reproduzo aqui.

A busca pelo lucro sustentável e não pelo lucro máximo.

Por: Stephen Kanitz

O “agency theory” de Michael Jensen da Escola de Chicago, acusa administradores de terem uma agenda própria, e por isto os lucros não eram maximizados, como reza a teoria de Chicago. Por isto propuseram “alinhar” nós administradores aos objetivos da Escola de Chicago, a voltar a maximizar o lucro como queriam, sugerindo aos capitalistas oferecerem bônus milionários aos executivos que maximizassem lucro.

Felizmente as escolas de Administração como Harvard Business School e Stanford conseguiram implantar a Administração Socialmente Responsável, e agora prevalecem as ideias dos administradores novamente, como Jack Welch, outro administrador socialmente responsável.

O mito da caverna de Platão

Mito da Caverna é uma metáfora criada pelo filósofo grego Platão, que consiste na tentativa de explicar a condição de ignorância em que vivem os seres humanos e o que seria necessário para atingir o verdadeiro “mundo real”, baseado na razão acima dos sentidos.
Platão descreve que alguns homens, desde a infância, se encontram aprisionados em uma caverna. Nesse lugar, não conseguem se mover em virtude das correntes que os mantém imobilizados.
Virados de costas para a entrada da caverna, veem apenas o seu fundo. Atrás deles há uma parede pequena, onde uma fogueira permanece acesa.
Por ali passam homens transportando coisas, mas como a parede oculta o corpo dos homens, apenas as coisas que transportam são projetadas em sombras e vistas pelos prisioneiros. Certo dia, um desses homens que estava acorrentado consegue escapar e é surpreendido com uma nova realidade. No entanto, a luz da fogueira, bem como a do exterior da caverna, agridem os seus olhos, já que ele nunca tinha visto a luz.

Impostos nada mais são do que roubo legalizado

Fonte:  Mises Brasil

O jurista americano Oliver Wendell Holmes costumava dizer que "os impostos são o preço que pagamos pela civilização". Defensores do estado são adeptos inflexíveis desta máxima.

A frase, no entanto, está errada. Mais ainda: ela é contraditória.

Seria muito mais correto dizer que os impostos são o preço que pagamos pela incivilidade. Na melhor e mais benéfica das hipóteses, pagamos impostos para financiar serviços de segurança que nos protegem da delinquência de agressores. Ou seja, pagamos impostos por causa da incivilidade de criminosos.

Mas isso, repetindo, na melhor das hipóteses. O que realmente ocorre na prática é que pagamos impostos majoritariamente para bancar salários de políticos, burocratas, funcionários públicos e, principalmente, para alimentar o parasitismo de lobistas e grupos de interesse que, por causa de suas boas relações com políticos, obtêm acesso irrestrito ao orçamento do governo por meio de contratos de obras públicas, subsídios, empréstimos subsidiados e criação de regulamentações que lhes beneficiem e prejudiquem a concorrência.