CIENTISTAS DE DADOS É A PROFISSÃO DO FUTURO

Companhias precisam de pessoas boas em matemática e estatística, que dominem tecnologias digitais e saibam transformar informações em negócios.

EDILEUZA SOARES - Computer World

Apaixonado por números, o estatístico Julio Guedes aprendeu em seus 17 anos de experiência no mercado financeiro a analisar grandes bancos de dados para encontrar informações que possam aumentar a lucratividade dos negócios. Com essa habilidade, ele tornou-se cientista de dados e ocupa atualmente o cargo de gerente-executivo de Analytics e Data Intelligence para a América Latina da Serasa Experian, onde é desafiado diariamente pelo fenômeno do Big Data.

BRASIL, ATRÁS DE EL SALVADOR!

Por: João Pedro Caleiro de exame.com

Berços de inovação

São Paulo - Desde 2001, o Fórum Econômico Mundial divulga um relatório mostrando o que os países tem feito para se preparar para um futuro digital.
No ranking de 2015, Singapura passou a Finlândia, mas os primeiros lugares continuam parecidos, com destaque para países europeus e asiáticos.
Para o Brasil, uma má notícia: queda de 15 posições em um ano e de 19 posições desde 2012, o que nos deixou atrás de nações como Ucrânia, El Salvador e Ruanda.
O Brasil não entrou no top 50 em nenhum dos 10 pilares divididos entre ambiente (regulatório/político e de negócios/inovação), prontidão tecnológica (infraestrutura, preços e competências), uso (por governos, indivíduos e empresas) e impactos (econômicos e sociais). 143 países foram analisados.
Esse é um post do Caleiro na exame.com, mas não tem como não replicar este post com um comentário meu.

EMPREENDEDORISMO ATRAI TRÊS EM CADA DEZ BRASILEIROS

Por: Agência Sebrae de Notícias

A taxa total de empreendedorismo no Brasil atingiu, em 2014, o seu maior índice de todos os tempos. De acordo com a nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio.
Em dez anos, essa taxa de empreendedorismo saltou de 23%, em 2004, para 34,5%. Metade da taxa corresponde aos empreendedores novos – com menos de três anos e meio de atividade – e a outra metade, aos donos de negócios já estabelecidos há mais tempo.
“Quando comparado com os países que compõem o Brics, o Brasil é a nação com a maior taxa de empreendedorismo, ficando quase oito pontos percentuais à frente da China, com uma taxa de 26,7%”, ressalta o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. A Índia tem uma taxa de empreendedorismo de 10,2%, a África do Sul de 9,6% e a Rússia de 8,6%.

HAMBÚRGER DE CHEF QUE SÓ COMEU SANDUÍCHE AOS 13 CHEGA A MIAMI

Os caminhos da rede Madero, que nasceu no Paraná:
  • Chef experimentou seu 1º hambúrguer numa rodoviária e se apaixonou
  • Morador de cidade pequena do PR, ele viajava só para comer o sanduíche
  • Dono já foi vereador e madeireiro na Amazônia antes de ser chef
  • Seu primeiro restaurante é de alta gastronomia em Curitiba
  • Rede de 47 unidades no Brasil vai abrir pontos em Miami, Sidney e Dubai
Ele já foi vereador, madeireiro na Amazônia, chef de restaurante renomado, mas é uma paixão de infância que hoje dá rumo aos negócios do empresário Luiz Renato Durski Junior: o hambúrguer, que o paranaense só experimentou aos 13 anos de idade.
Quarenta anos depois de comer o sanduíche pela primeira vez, sua rede de hamburguerias Madero soma 47 lojas no país e se prepara para abrir a primeira unidade em Miami, nos Estados Unidos. Só em 2014, a empresa faturou R$ 182,3 milhões. O lucro foi de R$ 10,9 milhões, segundo o empresário.

5 INDICADORES PARA MEDIR O SUCESSO DO SEU NEGÓCIO - PARTE I

Por: Exame.com

Se você tem um curso pré-vestibular, pode ser a porcentagem de alunos aprovados em universidades renomadas. Se tem um restaurante que preza pelo serviço de qualidade, pode ser a taxa de clientes que retornam. Se o caso é uma indústria de produção em massa, pode ser a quantidade de produtos finalizados por hora.

Os indicadores de desempenho, também chamados de KPI, são métricas que quantificam sua performance de acordo com seus objetivos organizacionais.

Para que esses indicadores de desempenho tenham uma contribuição significativa no controle da empresa, primeiro é necessário entender o planejamento estratégico e ter objetivos claros na hora da definição das metas que devem ser alcançadas.

A partir daí, a elaboração e a gestão dos indicadores de desempenho podem ser direcionadas para o monitoramento da evolução dos resultados da empresa e servir como referência para o processo de tomada de decisão e a criação de estratégias de melhoria.

Esse artigo foi criado justamente para abordar a importância da utilização da avaliação de desempenho organizacional, quais tipos de indicadores e métodos podem ser utilizados e como eles podem contribuir no processo de tomada de decisão.
5 INDICADORES PARA MEDIR O SUCESSO DO SEU NEGÓCIO - PARTE II

Por: Exame.com
 
Os principais indicadores de desempenho nas empresas de sucesso

Então, quais indicadores de desempenho podem ser utilizados para acompanhar a performance da empresa e o que pode ser feito para que os resultados sejam melhorados?
 
Indicador de lucratividade

Grande parte dos empreendedores se preocupa em acompanhar o faturamento da empresa e, não raro, se depara com situações onde os resultados foram positivos, mas o dinheiro não sobra. Parece estranho? Sim, mas não é.
O cálculo do percentual de lucro sobre o faturamento ajuda a entender melhor qual caminho o negócio tem seguido e quais ações podem ser tomadas para melhorar os resultados. Voltando à questão da falta de dinheiro, ela pode estar diretamente ligada aos custos que a empresa apresenta.
Se o seu faturamento foi positivo, mas o dinheiro não está disponível, é sinal de que seus custos andam elevados e você precisa tentar resolver esse impacto. Uma boa forma de analisar se a lucratividade do seu negócio está em bom estado é compará-la com a lucratividade média apresentada pelo seu setor no mercado.