Entenda o Que é Lucro

Vez ou outra compartilho os posts de Stephen Kanitz. Esse em particular me chamou a atenção pelo ponto de vista do que é lucro. Além da crítica aos intelectuais de esquerda, lembro que em um país que considera o lucro como pecado, dificilmente as empresas se perpetuam. Ou alguém sabe quantos anos tem a empresa privada mais velha do país?

Por: Stephen Kanitz

Uma das tragédias de nossos intelectuais de esquerda é não entenderem nada de Administração, especificamente o que chamamos de Lucro.

Lucro em Administração é uma medida de eficiência.

Seu cálculo no nível de produto nos indica que produtos produzir mais, quais produzir menos ou melhorar a qualidade ou reduzir custos, por isso contratamos Contadores de Custos.

O Lucro nos mostra não a ganância dos acionistas que por sinal nós administradores controlamos, mas se os produtos que produzimos para nossos consumidores são bons, adequados e suficientemente baratos.

Google lança Manual do Empreendedor no Primer

Fonte: TI-Inside

Pela primeira vez no mundo, o Google Primer – um aplicativo de lições gratuitas de marketing digital e negócios – contará com lições feitas por especialistas locais. Os brasileiros poderão aprender os segredos com as startups que passaram pelo Programa de Residência do Campus São Paulo.

O novo "Manual do Empreendedor" conta com 14 lições exclusivas, feitas por startups como EasyCrédito, Trakto, Nama, Cuponeria, entre outras, divididas em três importantes etapas da jornada empreendedora:

1. Encontre sua ideia

O primeiro conjunto de lições fala sobre como encontrar uma boa ideia de negócio e levá-la em frente, além de abordar a cultura de uma startup, a definição do público-alvo, a importância de ouvir feedbacks e conhecer a concorrência.

1. Use a Cultura de Startup para Criar uma Empresa Inovadora – Nama

Os diferenciais das empresas do Vale do Silício

No Vale do Silício, apresentar somente uma ideia brilhante não vale nada. O que conta, é demonstrar a ideia já em execução, qual será o seu impacto e como se dará a sua viabilização. Qualquer negócio que você queira criar, deve começar a resolver um problema para alguém. Quanto maior o problema, maior sua empresa poderá ser. O dinheiro é o último item deste processo. Primeiro tenha o projeto, execute, capilarize e só então busque investimentos para globalizar.

Um dos segredos desse lugar brilhante é compartilhar. A medida que fazem isso, recebem como moeda de troca o conhecimento, inclusive com os concorrentes. E, por esse motivo, escutam todo mundo, mas sempre levando em consideração a intuição, que nada mais é do que a junção de momentos e aprendizados que se adquirem ao longo da vida, algo fundamental para a tomada de qualquer decisão.

Quarta revolução industrial – Adaptar-se à nova tecnologia ou perecer (mas é isso mesmo?)

Por Steven Poole - Fonte: Com Ciência

No livro de Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, o termo chave é “adaptar-se” ao mundo novo que a tecnologia criará. A ideia raramente é contestada, mas, na verdade, é uma atualização velada do darwinismo social, segundo o qual as pessoas que sobreviverem ao dilúvio robótico que se aproxima terão sido o tempo todo, por definição, os mais aptos. O apelo para nos adaptarmos implica que as circunstâncias em mutação que Schwab prevê são como forças inexoráveis da natureza. Mas, obviamente, não são.

Houve muita diversão recentemente quando a equipe de publicidade de Jeremy Corbyn [líder trabalhista britânico] emitiu uma foto do estimado líder com uma citação resumida de seu discurso: “Enfrentamos agora a tarefa de criar uma Nova Inglaterra da quarta revolução industrial – movida pela internet das coisas e por big data para desenvolver ciber-sistemas físicos e fábricas inteligentes.” Espera, como é que é???

A Revolução das Máquinas

Por Carlos Vogt - Fonte: Com Ciência

O que sabemos sim é que a interação, cada vez maior e mais intensa, do homem com a máquina, da máquina com o homem e da máquina com a máquina, criará, como está criando, novos tipos de intersubjetividade, possibilitando novas formas de emoção e de sensação que também desconhecemos e que, por isso, a exemplo dos estados de consciência, não temos como nomear.

Dentro do hábito de classificar, ordenar e constituir princípios de explicação – o que é também uma tendência, um traço cultural e uma característica das formas de organização do conhecimento –, está o arrolamento de fatos, eventos, datas e acontecimentos que se apresentam como marcos da história da humanidade e de suas transformações.

Assim, no século XX, três grandes marcos do avanço do conhecimento científico e tecnológico são apontados: o Projeto Manhattan, que produziu também a bomba atômica, o Programa Espacial, que, em 1969,  levou o homem à lua, embora boa parte da população do planeta ainda ignore o feito ou nele não acredite;  o Projeto Genoma, possível científica, técnica e tecnologicamente graças, de um  lado, ao desenvolvimento da genética – ao longo do século – e à descoberta do DNA, no início dos anos 1950, e, de outro, ao surgimento da bioinformática e da biotecnologia.

O analfabetismo de dados pode acabar com sua empresa

Por: Marcelo Rezende       Fonte: E-Commerce News

Com todos os objetos inteligentes e dispositivos mobile espalhados pelo nosso dia a dia, não é nenhum segredo dizer que o mundo trafega cada vez mais dados. Segundo informações da Cisco, apenas a internet brasileira deve superar a marca de 4,4 exabytes trafegados por mês – cada exabyte corresponde a 1 bilhão de gigabytes. Fazendo uma conta rápida, em 4,4 exabytes seria possível guardar cerca de 733 bilhões de fotos em alta resolução (com 6 MB cada).

À medida em que esse número cresce, a necessidade de análise desse montante de informações aumenta. Nesse contexto, o Gartner aponta que a receita global do mercado de BI e Analytics deve chegar a US$ 18,3 bilhões em 2017, um aumento de 7,3% comparado a 2016. Até o final de 2020, esse número deve chegar aos US$ 22,8 bilhões;